18 de ago. de 2010

Serra, o Comedor

PÔ, SERRA, até a dona Maria???






11 de ago. de 2010

Ice Age Gols!


ESSA SEGUNDONA MEMO, VI NO CQC uns jogadores islandeses comemorando um gol de uma forma completamente inusitada.

Dei uma cavocada no Youtube e encontrei um TOP5 de comemorações de gols deles. O time (Stjarnan, apenas o 6o colocado na Liga Islandesa) pode não ser grande coisa, mas quando a bola entra na rede tudo pode acontecer!


              

                   










26 de jul. de 2010

Reflexão Vapt-Vupt: "Solidão Contente"


ONTEM EU LEVEI UMA BRONCA da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.

Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.

Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.

Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo , ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.

“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.

Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.

Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.

Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.

A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.

A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.

Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?

A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.

Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.

Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.

Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.

Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.

Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.


(texto de Ivan Martins, editor da Época)






30 de jun. de 2010

Kaká, o fora da lei


SE VOCÊ PENSA QUE POR SER um homem de Deus, bonitinho, cheirosinho e comportado Kaká é um menino do bem, meu amigo... você caiu do cavalo. Por trás daquela carinha de escoteiro sempre alerta, Ricardo Izecson dos Santos Leite esconde um passado nebuloso. A expulsão contra a Costa do Marfim foi apenas a ponta do iceberg de uma série de delitos sérios e comprometedores.

Ou vai dizer que você sabia que....

Certa vez, numa festinha infantil, Kaká roubou 2 brigadeiros na crocodilagem antes de ser cantado o parabéns.

Kaká já assistiu ao horário eleitoral no mudo.

Kaká já apertou a campainha do vizinho e saiu correndo.

Um dia, quando criança, sua mãe mandou ele na padaria comprar presunto. Kaká trouxe mortadela, só pra sacanear.

Kaká já recebeu troco a mais numa loja, e ficou quieto.

Quando brincava de telefone sem fio, Kaká mudava a palavra só para causar.

Kaká já atirou em um companheiro de time enquanto jogava Counter Strike.

Nos dias de calor, Kaká colocava o Yakult no freezer para fazer sorvetinho.

Uma vez, Kaká mentiu para sua mãe dizendo que tava doente só para não ir à escola.

Há relatos de que Kaká foi a primeira pessoa a começar com a piadinha maldosa do "não nem eu".

Uma vez, durante a chamada na sala de aula, Kaká levantou o braço e respondeu: "Presunto!".

Kaká nunca deu boa noite pro William Bonner no Jornal Nacional.

Kaká nunca precisou de pulserinha para entrar no show do Restart.

Kaká já ficou offline no MSN sem sequer dar tchau para seus contatos.





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